Mostrar mensagens com a etiqueta RABISCOS XXI_zeta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta RABISCOS XXI_zeta. Mostrar todas as mensagens

domingo, 31 de julho de 2016

MEU TRIBUTO A FLORIAN_JUL16

Imagem  enviada a Manchester, através dos USKP, em homenagem ao sketcher FLORIAN AFFLERBACH falecido em 5Mai16.
Entre as várias viaturas agrupadas conta-se a célebre MALAPOSTA da Fundação das Comunicações de Lisboa.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

SOB O OLHAR DUMA URBAN SKETCHER_DAS AMOREIRAS AO RATO_30Jan16_II

SoB rubrica "UM ANO A DESENHAR PARA O FUTURO 2016".

TINTA, PAPEL y CALLE_30Jan16

Ainda com Clara Nubiola, nas Oficinas de Vieira da Silva, agrupando as imagens já postadas em 7FEV16, resumem-se os seguintes momentos do circuito, a pé, em Lisboa,das Amoreiras ao Rato e vice-versa.
I grupo
II grupo

III grupo 




quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Desenho Crú_7set15

A seguir ao período das férias, recomeçaram as sessões de Desenho Crú com o Sergio, actor e bailarino.(1ª. Parte)

Na 2ª. Parte, dessa sessão de Desenho Crú, a Barbara que ostentava tatuagens, contribuiu com imagens de movimento.

 
 




sábado, 12 de setembro de 2015

REGISTO DAS FASES DE DESENVOLVIMENTO DO ALGODÃO_SET15


I parte do DESENHO- para aquecimento da "aula" iniciou-se um estudo do "positivo". Foi escolhida a planta da Cornalheira,Terebinto, infelizmente o modelo perdeu.se. Aqui está apenas em linha, o registo formal e visual  do espaço negativo, estudando outras áreas dos elementos visuai tais como a dimensão, a forma, a proporção.e a distância relativa entre esses elementos visuais.
Fig 1. A descrição de um pequeno ramo
II  parte do DESENHO - Foi-nos pedido:registo de três fases de desenvolvimento da planta do algodão: flor, fruto verde e fruto maduro.

Na imagem seguinte vemos a planta  de um algodoeiro  com caule, folhas.e botão ainda fechado. A raiz não é visível .Registam-se alguma ramificação da planta.com várias e estrutura reprodutivas   
Notam-se os primeiros ramos frutíferos. 
Fig 2. O INÍCIO DO DESENVOLVIMENTO da planta adulta
Uma 2^- fase  DE FLORESCIMENTO  (da abertura da primeira flor ao botão )  

Fig 3  Uma flor de cor amarela e um botão
Segue-se a  3ª,  fase de CRESCIMENTO da  planta até a  maturação  
Isto significa que com a PRODUÇÃO do fruto  seco em rama, termina o final da cultura
Fig 4 - Um botão aberto
Estas constituem as 3 fases pedidas no enunciado deste desenho que culmina com registo das fibras de algodão.
Fig 5. Maturação plena

domingo, 30 de agosto de 2015

Casa-Atelier Vieira da Silva_com EDUARDO SALAVISA

UM ANO A DESENHAR PARA O FUTURO. 
URBAN SKETCHERS NA CASA-ATELIER VIEIRA DA SILVA.
OFICINAS DE DESENHO MENSAIS AO LONGO DO ANO
29 de Agosto: “Vamos mapear o bairro das Amoreiras 5”;

1º. Exercício - O objecto escolhido - Equipamento urbano- parquímetro do Jardim das Amoreiras, em projecções (alçado principal e lateral), registo de pormenores, estes apenas em apontamentos à mão levantada, pelo escasso tempo e pouco confortável posição.

Fig 2 Instruções para o pagamento em moedas
Fig 1. O parquímetro do Jardim  das Amoreiras


Fig 3 Linhas comparativas da escala do objecto escolhido com outros elementos circundantes.

2º. Exercício - Escolher um edifício e registá-lo em perspectiva, alçado principal e  planta.
Relativamente à perspectiva estará aproximada à cavaleira.
Fig 4. Aspectos da oficina atelier
 ET. O traçado não confere com os respectivos elementos reais, porquanto isto apenas é um exercício. 

sábado, 8 de agosto de 2015

Encontro de Lisboa _Largo das Portas do Sol, Alfama

Fig 1. MUSEU DAS ARTES DECORATIVAS
Encontro das sketchers Alejandra Cabrera Astorquiza (franco chilena) e Evelyn ambas de Paris de visita a Lisboa com os USKP.  O  início do encontro formalizou-se junto a Sé de Lisboa com passeio e desenhos em Alfama, terminando essa primeira parte no Largo de Chafariz de Dentro. 
Fig 3.  Os meus APONTAMENTOS inacabados
Fig 2. Vista do Largo de Alfama
Fig 4 Dois transeuntes
Fig 5. Mais um dos meus apontamentos

Fig 6,.Vista do Miradouro

Fig 7. Um tuk tuk
Fig 8. Museu do Fado

Fig 9. Mesa ao almoço
Assim sendo, sob a batuta de Pedro Loureiro apreciamos um dos notáveis miradouros de Lisboa, das portas do Sol com enchente de turistas. O organizador, que solícito não deixava de estar atento a nossa presença,  levou-mos pelas ruelas estreitas de Alfama, deu-nos a conhecer as fachadas de Museus importantes como das Artes Decorativas e o do Fado, enquanto que o próprio USKP também registava o seu  muito interessante  percurso no respectivo diário gráfico.

De seguida foi o tempo de almoço dos desenhadores que escolheram  como opção da longa lista portuguesa de cardápio sardinhas da época, grelhadas no fogareiro ao ar livre que lançava muita fumarada.

Nas ruas onde nos encontrámos, para além de autocarros, de viaturas comuns , de eléctricos, incluindo os vermelhos, deparamos com os  táxis e sobretudo o transporte turístico deste século  - o tuk tuk .

Assim foi esta primeira parte do dia.

O grupo depois juntou-se a um outro no período da tarde desse sábado, orientado por ESalavisa  e todos seguiram ao Rossio.

Tive de me dirigir a um outro evento em Belém - simpático convite, mas como tinha a roupa a cheirar a sardinha com pesar resolvi recolher-me de regresso à minha casa.