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domingo, 13 de julho de 2014

DIÁRIO DE VIAGEM - WORKSHOP COM ESALAVISA E RAQUEL OCHOA_ABR_JUL14

Em 9 Mai 14 teria já sido publicada a imagem correspondente a este Workshop. Tendo em conta que ainda pretendo alterar esta postagem e para que não se percam esses mesmos arquivos, aqui vão algumas modificações propostas, aguardando possivelmente uma última em data posterior.

O texto sobre o aconteciemnto histórico  de 25ABR em Portugal e integrado na imagem supra,  por motivo de pouca visibilidade, estará de novo seguidamente transcrito. 

"Ocorrido em 25 de abril de 1974 em Portugal foi deposto  o regime ditatorial do Estado Novo  vigente desde 1933[]. Com orientação socialista iniciou-se um outro processo estabelecendo a democracia neste País.
Este percurso teve o seu início num ajuntamento da população no Largo do Carmo, na madrugada de 25 de Abril, na operação "Fim-regime" comandada pelo então Major Otelo S. de Carvalho. Foram ocupados alguns dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa, em especial o aeroporto, a rádio e a tv.
Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo.
Hoje, continuam desgostosos e embora possam manifestar-se abertamente, ainda não se vislumbra uma verdadeira revolução social e política. Efetivamente existe um conjunto de características cívicas, políticas, sócio-económicas e culturais que ainda não produziram efeito substancial.
Ainda prevalecem a incerteza para a sociedade portuguesa, pelo que seria desejável mais atenção demorada, análise e discussão na participação cívica e moldar as diversas áreas da vida colectiva do Portugal democrático, passando entre outros, pela Educação, a Economia, as Desigualdades Sociais, a Religião e os Movimentos Cívicos". 

CICLO DE EXPOSIÇÕES DE ARTE CONTEMPORÂNEA_UMA VISITA AO MUSEU, EM BELÉM.

Já passaram dias deste evento, mas não podia deixar de inserir esses detalhes nos diferentes suportes. Foi ocasionalmente já publicado no FBK da Travessa da Ermida.


Ana Pérez-Quiroga diz "antes morta que burra" No âmbito do Projeto Travessa da Ermida no MAP - Museu de Arte Popular.Foi inaugurada no dia 3 de maio, sábado, às 17h00, ‘Antes morta que burra', instalação de Ana Pérez-Quiroga e visitada, em Lisboa, até 29 de junho.

Nascida em em Coimbra em 1960, a artista “tem desenvolvido um corpo de trabalho que assenta numa contínua diversidade do fazer e num questionamento do quotidiano”, pode ler--se num comunicado de imprensa. ‘Antes morta que burra’ é “uma peça constituída por diversas orelhas de burro, construídas em feltro, nas quais se inscrevem ditados populares bordados alusivos ao ‘burro’.” Ana Pérez-Quiroga é licenciada em Escultura (FBAUL), mestre em Artes Visuais Intermédia (Universidade de Évora) e doutoranda em Artes na Universidade de Coimbra. Trabalha essencialmente com instalação e fotografia. Tem vindo a expôr regularmente desde 1999, apresentado trabalho em Portugal, Espanha e EUA. Está representada nas coleções do Museu do Chiado, Caixa Geral de Depósitos, Câmara Municipal de Lisboa e Museu do Neo-Realismo. A referida instalação do Museu de Arte Popular foi visitada de quarta a sexta, entre as 10h00 e as 18h00 e aos sábados e domingos das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. 

Como nota curiosa, segue-se uma lista de provérbios pesquisadas pela escultora apresentada ao público como fazendo parte do seu trabalho.